“Estou fechando, aos poucos, as portas desse meu mundinho. Abrigando somente oque preciso. Sem exageros, sem extravagâncias, apenas o necessário. As pessoas necessárias, os lugares necessários, os hábitos necessários, o esforço necessário, os sentimentos necessários. Já não me deixo consumir por tristeza, por preocupações, por expectativas. Quem quer vir, seja bem-vindo. Quem quer ir, pode ir, mas não volte. Enfim, estou em reforma.”
“Sabe por que eu vi que você tinha crescido, Stubb? Não porque você ficou mais velho, e também não foi porque você ficou gigante. Mas foi porque você deixou de acreditar no para sempre, e isso Stubb, é a prova mais concreta que a gente cresce. E quando você cresceu, eu me obriguei a crescer também. E crescendo, a gente vai deixando todas as coisas idiotas e imbecis, deixando tudo aquilo que um dia foi tudo. Deixando de acreditar naquilo tudo que a gente acreditava que nunca iria deixar pra trás ou esquecer. Eu deixei de acreditar na gente, e você esqueceu a gente. Que droga foi crescer, não é?”
“E quando nem o teu melhor sorriso, disfarçar o vazio que há dentro de você?”
“Esperar, cansa.
Cafés, esfriam.
Flores, morrem.
Cores, se perdem.
Pessoas, desistem.
E amores? Amores acabam.”